Sustentabilidade

No mundo atual, é preciso adequar a produção e o consumo a padrões que garantam às gerações futuras recursos naturais, fontes de energia, clima equilibrado e alimento, entre outras necessidades essenciais à sobrevivência.
Essa é a base do conceito de desenvolvimento sustentável, lançado ao mundo no relatório “Nosso Futuro Comum”, publicado em1987 pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.
Hoje, a visão da sustentabilidade é prioritária na agenda e nos planos estratégicos das grandes empresas de celulose e papel. O conceito se apoia em um tripé econômico (obtenção de lucro), ambiental (preservação dos recursos naturais) e social (desenvolvimento do capital humano). Alinhar resultados financeiros, conservação ambiental e bem-estar da população é condição para o sucesso, o desenvolvimento e a continuidade do próprio negócio.
Por utilizar matéria-prima de florestas plantadas, ser renovável, reciclável e biodegradável, entre outros atributos, o papel possui ciclo de vida extremamente ligado à natureza. E pode exercer diversos efeitos sobre ela, se sua produção e destinação final não foram sustentáveis.
A indústria de celulose e papel investe para alcançar a sustentabilidade em todo o ciclo de produção, melhorando processos e adotando boas práticas socioambientais. Diversificar o uso econômico da floresta plantada e envolver pequenos produtores, por meio de programas de parcerias florestais, com o objetivo de se criar oportunidades de geração de emprego e renda, modernizar as relações de trabalho e ampliar o conhecimento pela troca de experiências, inclusive, com a promoção de outras atividades, como o cultivo de alimentos, são algumas das ações adotadas.
Ao usar 100% de matéria-prima proveniente de florestas renováveis e, também, reciclar boa parte do papel descartado pela população após o consumo, o setor de celulose e papel tem evoluído nos últimos anos rumo a um lugar de destaque na produção sustentável – e tem grande potencial para novas conquistas.
As práticas de manejo das florestas partem do princípio que seus bens e serviços devem ser sustentáveis, a diversidade biológica, conservada, e os impactos sociais e econômicos, positivos.
Buscando um ciclo de produção limpa, as empresas de celulose e papel também se aproximam da auto-suficiência em energia. Além disso, é crescente o consumo energético de fontes renováveis, como biomassa. O objetivo é atingir um balanço ambiental cada vez mais positivo, no qual se destaca a contribuição do setor para o equilíbrio do clima global.









